~Jogar, jogar, jogar

~Jogar, jogar, jogar

A melhor coisa de se fazer em um fim de semana quando não se tem eventos pra ir ou amigos que estão preferindo curtir preguiça. Passar horas e horas na frente de um Pc upando nossos chars, derrotando monstros ou, simplismente, cuidar de um bichinho é a melhor fonte de lazer para os preguiçosos.

Nem tenho jogado tanto o Subarashi kono Sekai por falta de tempo mesmo. A escola me ocupa o meio de semana, minhas saídas tem se tornado constantes, outros jogos tem aparecido, enfim…

Falando em outros jogos, um jogo muito bom é American McGee’s Alice, o qual tenho tentado jogar no nível Nightmare para ver se eu consigo algum encerramento secreto diferente daqueles que estão no Youtube. O jogo é bastante antigo até, por isso os gráficos poderiam ser, logicamente, bem melhores, maaaas… Mesmo assim, pra quem não é acostumado a jogar Resident Evil [ou Bio Hazard, como queira], é teeeenso o negócio.

Mas, tenso mesmo é ter que esperar até julho pra lançar Kingdom Hearts 358/2… Isso sim é tenso. Nem tem ideia de quando que lança o Kingdom Hearts Birth by Sleep ou o Kingdom Hearts Codec… Do último, ninguém nem sabe muita coisa.
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Acho que vou comprar os bonecos do Roxas e do Axel.

Ah!! Um amigo meu me falou de um serve de Ragnarok, que é o Ragnaheroes, que é de um amigo dele. Ou seja, ele é amigo do GM. Ou seja, eu sou a MAIS FOFA, MAIS GRACINHA, MAIS CARINHOSA, MAIS GENTIL amiga do amigo do GM. Logicamente, com esta nossa prova de amizade, o amigo do amigo do GM certamente me dará aquilo que sempre quis no Ragnarok e sempre me foi privado.

Uma Assassin Cross rosa.

~A arte de fazer um cosplay

~A arte de fazer um cosplay

Por que querer algo bem feito é tão difícil?

Eu corri atrás do meu cosplay da Xion bunitinho e aceitável. Mandei pra uma costureira que disse que conseguia fazer o sobretudo como mandava a imagem que havia lhe dado, com todos os detalhes possíveis. Fui à UnB para fazer os troços pendurados do coat, fui no sapateiro pra cortar a bota e fazer os detalhes em branco, cortei meu cabelo e comprei minha lente de contato.

Teoricamente, seria um cosplay fácil de se fazer, pela roupa não ser escandalosa e ser de um jogo, que, vez ou outra, respeita regras físicas da matéria, tirando o cabelo.

O sobretudo não saiu como eu queria. O zíper ficou muito embaixo.
O cara da UnB fez poof.
O sapateiro não vai cortar a bota por “ter medo de danificar o produto”.
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Nessas horas eu queria tanto fazer um curso de costura para eu mesma fazer minhas roupas.

Essas dificuldades que encontramos em busca da perfeição chega desanima. A raiva que passei ao ver que meu coat estava muito desproporcional ao do jogo foi… Digamos… Cú.

Fico com vergonha de não ter conseguido achar boas pessoas que poderiam ter feito isto a tempo para o kodama.

Vou exigir meu dinheiro de volta.

~”Quando um musguinho vai à UnB

~”Quando um musguinho vai à UnB

Ele anda horrores”.

Hoje, assim que terminou a aula, comi duas mini-pizzas, para não perder tempo e corri para UnB. Quer dizer, pedi ao meu pai me levar até lá.

Beleza.

Eu tinha que resolver as partes de metal pro meu cosplay que ficou para a AF. O cosplay de Xion, de Kingdom Hearts. O colarzinho de metal e os trocinhos que ficam no capuz são as únicas coisas que faltam.

Beleza.

Meu pai me deixou, às 13:30, no departamento de Artes para procurar Andréa, uma professora de artes plásticas que faz trabalhos com metal.

Beleza.

Ela não estava. Só chegava às 14:30.

Ah, tudo bem.

Decidi procurar alguém que esteja fazendo química e que possa me dar aula. Fui ao minhocão e o tio disse “Ah, segue reto pelo minhocão. Aí, você vai ver um novo prédio branco. É lá o Instituto de química.”

Caminhar é viver.

Andei até o inferno para atravessar o minhocão. Mas, cheguei lá no Instituto. Já eram 13:40. Fui a secretaria e perguntei sobre um aluuuuuno…-

-“Só atendo às 14:00“.

Esperar é uma virtude.

Esperei 20 minutos, fazendo questão de encarar o secretário que me negou uma informação. Deu duas horas, perguntei sobre o aluno que podia me dar aula de química do 3º ano.

-“Não sei, pergunta pro PET.”

Vingança nunca é plena.

Não sabia o que diabos era PET, mas havia uma placa dizendo “PET, POR AQUI –>”. Ao chegar lá, um monte de alunos tavam discutindo fervorosamente sobre algo que não fazia a menor ideia e interesse. Eles me recomendaram um tal de Davi, que ama dar aulas.

Liguei pro Davi e ele falou pra eu ligar pro André e me deu o telefone do André. Mas eu não tinha papel, então tentei decorar.

“81…8135… 8135….? Acabei de desligar o celular e o número do André era… Era… Calma… 8135…????”

As pessoas que passavam me olhavam. Não sei com que cara, porque estava mais concentrada em olhar pro meu celular na esperança de relembrar o número.

Mas, eu esqueci.

Decidi voltar pro departamento de artes procurar Andréa. Já eram 14:15. Cheguei lá, um vovô gentil, carinhoso com cara de papai me atendeu. Ele disse que a Andréa estava no laboratório de jóias e me disse exatamente como chegar lá.

Cara simpático.

Sigo as instruções do cara e fui para no departamento de Nutrição.

Ligo pro meu pai pra avisar que estava perdida. Ele falou pra eu voltar lá pro departamento de artes.

Aí, eu voltei tudo.

A Andréa, na verdade, estava lá, na secretaria. O vovô tava até conversando com ela.

Tudo bem, ele passa. Ele tinha sido, mesmo assim, muito gentil comigo.

A Andréa também foi muito gentil e honesta. Falou que ela não podia fazer aquelas pecinhas por um preço acessível. Ficaria por 300$ sem a mão de obra, por causa do material do metal, que seria prata. Ele me recomendou o Matias, lá da marcearia, que faria as mesmas pecinhas só que de madeira e bastaria tacar tinta prata, que não passa de 30$. Me pediu muitas desculpas e boa sorte com meu cosplay.

Obrigada.

Naquele horário, eu tinha falado pro meu pai ir comigo pra eu não me perder de novo. Ao chegar lá, um cara estava trabalhando fervorosamente num stand de duas menininhas que, aparentimente, iriam ao Kodama.

“Matias?”

-“Haa… Ahhh… *balança a cabeça e volta a trabalhar*”.

Encarei isso como um sim e esperei, pacientimente, ele terminar de trabalhar. Eu e meu pai até tentamos ajudar dando ideias de como desmontar o stand para caber no Uno delas. Matias era muito lerdo.

Após algumas horas, ele termina. Então, ao ele terminar de se despedir das menininhas, comecei:

“Então, Matias, Andrea havia me recomendado você que você iria…”

-“Matias? Meu nome é Cézar.

“Mas você tinha respondido quando havia perguntado se era o Matias!”

Sério?

“Sério.”

-“Ah, desculpe. Matias é o cara aqui do lado.

Eu havia esperado tanto tempo.

Vou a sala do lado e, finalmente, encontro um companheiro de trabalho de Matias, porque Matias já havia ido. Ele falou pra voltarmos amanhã.

E cá estou eu, no trabalho do meu pai, esperando minha mãe ser liberada pra irmos embora.

~Fim das provas

~Fim das provas

As provas acabaram.
Eu ainda não as recebi, mas creio que fui melhor dessa vez que do outro período.

Que bom.
Posso me considerar de férias.

Pelo o que eu fiz, eu acho que fui muito mal em Química, Artes e Física.

Minha honra foi perdida, fui mal em Física.

Perdoem-me, ó pequenos léptons. Desculpe por não ter respeitado suas complexidades visíveis apenas em proporções Planck. A física clássica ainda me é muito abstrata.

Mal posso esperar para aprendermos Física Moderna.

Hehe…

Preciso arranjar alguma maneira de aprender química. Química orgânica.

“Estou trancado em casa e não posso sair
Papai já disse, tenho que passar
Nem música eu não posso mais ouvir
E assim não posso nem me concentrar

Não saco nada de Física
Literatura ou Gramática
Só gosto de Educação Sexual
E eu odeio Química

(Legião Urbana – Química)

[/Eu não escuto muitas músicas. Está aí foi uma amiga que me recomendou esta música. Achei o máximo.]

Férias, férias, férias…. Minhas férias.

~Uma lógica infantil

~Uma lógica infantil
(Que tive ao observar o céu certo dia)


Odeio como a Lua pensa
A mais bela, a que mais chama atenção no céu a noite
Sempre se achando tão triste

Hipócrita

Possui tantas estrelas ao redor
Tantas, tantas, tantas
E se diz sozinha, a que possui o maior sofrimento de toooooda a noite

Ainda a chamo de hipócrita

Seu brilho fraco agrada a todos
Tanto as estrelas quanto as pessoas
As nuvens tentam ofuscar seu brilho
Mas, ela ainda é sempre tão aguardada por todos
Tão bela, romântica

E hipócrita

O Sol, por outro lado, sempre quando chega, deixa tudo ao seu redor feliz
A escuridão vai embora
As sombras, mesmo existindo, não predominam
Tudo fica iluminado e feliz
As nuvens são vistas, tomando outras formas
Não há nada o que esconder
O Sol não fica triste

E sempre lá, brilhando o Sol continua feliz
Sempre lá no céu, sozinho

As estrelas, ao serem iluminadas pelo Sol, vão embora
Para quê continuarem em sua presença?
Até a própria Lua vai embora
Sua amada

Mas, o Sol tem que continuar brilhando
No céu
Sozinho
Sempre feliz, para deixar tudo feliz também

Já ouviram falar da maldição do Sol?