Segurança da Primeira Dama

Eu estou, tipo, muito, MUITO feliz agora!
Tipo, estou com muito ORGULHO da minha mãe, cara!!! *O*
Tô com aquela sensação “Caramba, minha mãe parece aquelas tias que, mesmo aparentando ser gordinha, lerdinha e tudo mais, é phoda bagarai!”

Minha mãe é funcionária pública. Trabalha como Sargento da Polícia Militar do Distrito Federal.
Antes, quando ainda morava em São Paulo quando não conhecia meu pai, era Soldado da Polícia Militar de São Paulo.
Quer dizer, só de ter trabalhado na PMSP já é bastante coisa, porque lá é um puta treinamento, pelo o que parece. Principalmente ela, que trabalhou nas ruas mesmo MESMO!!!1!
Mas, tá.

Minha mãe, quando chegou em Brasília, fez lá a prova pra ser PM de novo e passou (disse que era até mais fácil) e ela, soldado, foi escalada pra trabalhar no BOPE.
Mas eu acho que, nessa época, 1993 ou 94, tinha outro nome.
Era uma das poucas mulheres de lá. Tinha até me levado no trabalho uma vez, já que ela era apenas responsável pela papelada [?]. E lá tinha um tucano. (O que é engraçado, eu não lembro deste tucano que ela insiste em dizer que ficava dando razantes em mim.)

Mas, enfim. Aí ela foi escalada pra trabalhar nos Batalhões. E ficou rodando em vários Batalhões por Brasília a fora. Nesse meio tempo, fazia os testes de soldado pra cabo, de cabo pra sargento e essas coisas.

Hoje, ela continua sendo apenas sargento.

Aí, no almoço, ela me diz:
Filha, o pai te falou que eu recebi uma espécie de promoção?
-Promoção? Não. *comendo temaki* Que promoção?
Vou ser agora segurança da Primeira Dama.

MOTHERFOOOOOOOOCA!!!! Meu temaki quase caiu quando eu bati na mesa falando “O-..! QUÊÊÊÊÊ?!” que nem o Napa do Dragon Ball Z.

Perguntei se ela iria usar oclinhos, terninhos e armas esquisitas que nem em MIB, mas ela disse que eu estava sendo idiota. Falou que a Primeira Dama até recusa alguém vestido assim, pois não deve dar tão na cara que ela é a Primeira Dama e aqueles são seus seguranças.
Caramba, seguranças!!1!

E perguntei que, sendo em ano eleitoral, ela só seria segurança apenas este ano, mas ela disse que o segurança da Primeira Dama acompanha a Primeira Dama, independente se trocar ou não.
Caramba. CARAMBA! FUUUUUUUUUUUUU!!!!

Meu pai também veio de baixo em relação à isso. Ele começou a trabalhar como motorista de ônibus, desistiu do emprego, foi pra São Paulo (conheceu minha mãe) pra trabalhar numa agência de turismo (mas foi demitido porque o gerente era um idiota), voltou pra Brasília (com minha mãe), fez curso de Ciência da Computação (mas não concluiu porque ele montou uma família e precisava trabalhar), conseguiu novamente emprego de motorista de ônibus, fez um concurso e passou a ser motorista da Fundação Educacional (o cara que leva a papelada e pessoas nos lugares e reuniões)…
E hoje ele é motorista do Diretor (de um departamento que esqueci) da Fundação Educacional.
Caramba! Motorista do DIRETOR!!1!

Ele me contou isso semana passada.

É sério, estou muito idiota em relação aos meus pais.
Tipo… É aquela possibilidade de poder morar em Brasília BRASÍLIA mesmo. Ou numa cidade satélite.
Sair do Goiás e eu não precisar morar numa República.
Nossa, estou muito idiota e muito orgulhosa deles. Finalmente foram reconhecidos!!1! /morre

Versão definitiva

Agora sim! Versão Presentes e definitiva!
Nunca mais precisarei me preocupar com os lays do meu blog, ou me cansar de um layout…
Porque posso escolher ver o Keshigomo dos mais variados modos! 8D
Isso graças aos meus amigos que me fizeram estes lindos layouts! Como eles são lindos, não há necessidade de tirá-los.
Eu pretendo ainda ter lays de todos os meus amigos… Huuunf… >_>

Enfim! Como puderam ver, eu fiz uma puta cambiarra no Cutenews. Eu iria usar o WordPress e meu próprio sistema de comentários, mas tive que paralisar estes projetos devido à minha internet limitada.

Ah! A conta está a ser analisada, visto que estou em período de degustação do 3G. Há uma pequena chance de eu não pagar os absurdos R$2000,00 cobrados pela Oi.
Quisso, eu nem faço download! Òó

Bom, hoje tenho uma coisa a contar:
Percebi que a Srta. UzuMaki existe!
Hoje eu tinha ido no Sigma comemorar o aniversário do Graminha, visto que, como minha professora de Inglês Instrumental não gosta de dar aulas às quintas, eu não tinha nada no horário de manhã.
E hoje a Tia Carla tava dodói. Espero que ela se recupere logo.
Mas, aproveitando que ela estava dodói, passei o dia com o Graminha, jogando Rock Band no PSP e Guitar Hero 3 no PS2 dele.

E mais! Ainda consegui 45 episódios de Kyou Kara Maou, já que estava desmotivada de continuar lendo o mangá (3 volumes = 5 episódios).

Vi a XX e ela está muito mais alegre que antigamente! Isso me deixou muito feliz, pra falar a verdade. Vi a A.K.A. e ela ainda me convidou pra assistir o jogo da Copa amanhã na casa dela.
A caaaaaaasa da A.K.A.
A casa que tem leão no banheiro, que nem dos filmes. ‘-‘

Entretanto, hoje eu ainda tive aula de LPT. E, como eu tinha saído de manhã e iria sair à tarde também, fui “armada” pra UnB.
Quisso! É um assalto! *põe as mãos na cabeça*
Normalmente eu vou da calça do pijama e uma blusa aleatória amarrotada pra UnB, mas hoje eu tinha ido até com meus oclinhos redondos que me lembra o Morfeu, de Matrix (e eu não comprei o óculos pensando em um cantor de rock dazantiga, e sim no Morfeu).
Aí, algumas pessoas que me conheciam ficaram assustadas… Ou tavam zoando.

Bem, eu ri disso mais tarde.

Como agora já está a versão oficial do meu blog e eu já a estreei, vou voltar a fazer o trabalho de CB.

(PS: alguém percebeu que foi a Kih quem fez minhas páginas de comentários? :3)

[Edit]
O primeiro a comentar no meu blog sempre vai penar um pouquinho, devido a minha cambiarra no Cutenews. 8D Sorry, folks.
[/Edit]

Você só será foda em Tekken se conseguir jogar com o Mokujin

“Suponha que você tenha um objeto e que você tenha muito zelo por ele. Mas muito zelo mesmo. Então, obviamente, você não deveria ter medo de perdê-lo, mas tem. (…)”

Bom, eu estava me programando [?] para postar somente quando eu terminar de colocar meus layouts simultâneos mas eu NÃO vou conseguir! 8D
Visto o fato que vu ter minha 3G cancelada por ela ser um absurdo de roubo.
Bom, de volta àquele esquema de usar a internet do Linf.

Enfim, coisas a contar!

Eu estava desenvolvendo meu próprio sistema de comentários. E talvez seja por isso que passei do limite lá do 3G e meu pai se recusou a pagar a conta absurda de R$2000,00. Transferência de arquivos não é tão pesado assim. Na UnB eu não posso usar o FTP por causa de uma série de problemas, por isso meu pai comprou o 3G, pra eu continuar mexendo no Onigiri e coisa e tal…
Maaaas…

Enfim, ele estava quase funcionando bonitinho! *u* Eu só tinha que arranjar um jeito dos leitores comentarem algo sem ter que invadir o meu banco de dados pra comentar… Hmmmm…
Mas..! Ele estava quase funcionando /tá,parei

: Na prova que teve dias após do incidente do Qui-Gon, eu não fui bem, como esperava.
É aquela coisa: não cheguei num nível de iluminação para os meus problemas pessoais não me afetarem no estudo. Tá, é uma coisa ruim, tô sabendo.
Mas, ah! =3=
Depois de uma semana, teve um teste de cálculo e a prova de Física.
Puxa! Eu não fui mal nesses aí! *O* Ficou aquela sensação de “Caramba! Acho que tirei 8!!1!”.
Pior que, quando isso acontecia no Sigma, eu recebia a prova com 3,alguma-coisa.
Mas, sem pessimismo! Eu saí do Sigma! Ê! *u*’

: E um dos que acho mais tenso.
Vou chamar esta pessoa, aleatoriamente com base na Wiki de Star Wars, de Ulic Qel-Droma.
O Qel-Droma é uma pessoa que… Quando nós olhamos pra ela, você aponta e diz:
-Prêiba. :T
É aquela pessoa que aparenta não fazer os deveres, tá lá pra fazer social e que se acha o “gatchênho”.

Ou seja, aquele tipo de pessoa que eu não me importo se está vivo ou morto.

Antes da greve…
Não.
No início da greve, alguns professores não haviam aderido à greve, que era o caso da nossa professora de Inglês Instrumental.
Nesta aula, Qel-Droma estava comentando alegremente sobre o dever de Cálculo feito para as outras pessoas da sala que aparentavam ser prêibas também.
Puxa, um dever que não havia conseguido terminar (naquela época, era dever de Limite bem tosquinho, sendo que só haviamos tido uma aula de Cálculo). Aí prestei atenção no que ele estava dizendo.

….

Pra quê…?… /facepalm
É uma das coisas que, se eu tivesse o Vira-Tempo da Hermione, eu NÃO faria de novo.

Pra começo de conversa, ele tinha feito o dever errado.
E, depois, esse cara interpretou “errado”.

Aí, um dia depois (um dia depois!), ele veio falar comigo:
Cê tava me olhando e eu percebi e coisa e tal…
-Ah, aquilo foi um mal entendido. Eu estava apenas prestando atenção na sua resolução do dever de Cálculo.
Ahhh… Era isso?
-Era. (/Anti-social)

Aí ele foi tentando puxar outros assuntos pra conversar.
Como eu sou bem simpática (fico até de cara como as pessoas “insistem” em conversar por horas comigo), eu o ouvi, respondia algumas frases com “que interessante” ou “que curioso”, ria de coisas aways…
Eu ria…. /Facepalm
Por quê? Quem inventou o “Coisas que todo garoto deve saber sobre as garotas”?
Mano, o argumento desse escritor aí NÃO É VÁLIDO! *chuta*
Ou eu não sou garota. -q

Do nada, a conversa toma um rumo diferente:
Não, queria saber se… Tipo… Sabe? Se eu não tivesse namorada, eu teria uma chance com você.
-Amiiiigo… Você só me conhece há um dia, você tem namorada, uma namorada que te ama, eu tenho um namorado (/Não, nessa época, eu não tinha e nem pensava em ter), um namorado que me ama, então…
Ahhh… Mas… …
-*Batidinha nas costas*

Aí eu fui almoçar no Stallus porque tava afim de comer ovo frito e batata frita (Sim! No Stallus, o tio da churrascaria faz ovo frito pra gente).

Aí, depois disso, teve mais duas pessoas que deram escrotamente em mim.

Afetada por essa onda de “oi, sou uma garotao linda” e todo esse “lovi-lovi” que essas pessoas que só pensam em ficar jogaram em mim, eu me apaixonei pelo Quin-Gon e o resto acho que tá saturado esse assunto.

Enfim, depois disso…
Alguns meses depois disso….

Tá, no dia dos namorados, em que já não era mais amiga do Qui-Gon.
Eu estava aqui, feliz, alegre, contente mexendo no Onigiri. Neste dia, eu estava tentando aprender a mexer em banco de dados (não posso esperar até o 5º semestre pra aprender isso. O Onigiri exige algo que pareça “pro” o quanto antes), e estava bem difícil, já que demoro pra assimilar as coisas sem alguém me falando “Não! Tá errado! Tá errado! Não é assim!”.
Eu recebo uma visita às 15:00.

Hey, Sii, tudo bom?
-Ah… Olááá.(NINGUÉM ME CHAMA DE SII NA UNB!!! *Chuta*)
Eu estou precisando de uma ajuda em Física… É que preciso das anotações do Professor… Cê as tem?
-Tenho sim. (COMO ASSIM VOCÊ SABE ONDE EU MORO?)
Eu poderia copiá-las? É que a prova é quarta e eu preciso estudar^^’ Pode me ajudar?
-Ah, claro, vamos para o refeitório, onde você pode ficar sossegado lá copiando. (EU NÃO TE DEI ESSA LIBERDADE! POR QUÊÊÊÊ..?!?!)
Ufa! Salvou minha vida! *entrando na República*
n.n (FUUUUUUUUUUUU!!!)

Enfim, Qel-Droma ficou copiando TODO meu caderno de Física, em que ele sabia [?] que eu copiava todo o quadro do professor.
Sim, eu copio tudo que o professor coloca no quadro. Acho que todos os alunos deveriam fazer o mesmo.
É, acho. Assim não precisa chegar de surpresa.

Quer dizer, eu gosto de surpresas dos meus amigaços (GFM), porque eu os conheço há…

Quase 8 anos?

Enfim.

Ele estava lá, copiando minhas anotações. Quanto à isso eu nem me importava, mas, no dia, eu iria voltar pra casa dos meus pais, porque fazia umas 2 semanas que não via minha mãe e que nem comia macarrão com molho de tomate e salchicha.

E ele falava.
Ahhhh… Mas como falava.
Mulher fala muito e homem fala pouco? Acho isso suspeito.
E falava, e falava…
Pô, até gosto de pessoas que conversam comigo, assim não preciso pensar pra puxar-assunto.
Mas falava, e falava…

É estranho alguém como você passar o dia dos namorados sozinha.
-Dia do Correio Aéreo Brasileiro. (Puxa, ele fala isso dias depois de eu ter ficado muito chateada, em pânico, com o troço do Qui-Gon)
Ahhh… Mas é que… Dos calouros de CIC, você tá… … Tá!
-Ah, obrigada. (E isso lá é algum mérito? Quer dizer, o que há de lindo em alguém que vai de calça de pijama pra facul?)
É sério!
-Ah. É porque eu sou uma das 4 mulheres do nosso curso de 40 alunos.
Ainda é estranho você passar este dia sozinha.
-E é estranho o senhor não passar hoje com a sua namorada, que o ama muito. *Instalando o WordPress*
Ah. Eu vou passar lá na casa dela mais tarde.

Eu simplismente não consigo suportar essa ideia. Quer dizer, aquele dia era o dia dos namorados, uma data comercial importante em que se deve passar com quem ama, certo?
Não, eu não consigo ter respeito com este tipo de pessoa. Se ele está namorando, estando a fim de outra, como ele pode estar namorando? Ele está fazendo a namorada dele de trouxa, e isso é cruel!
Ou seja, como eu poderia confiar em uma pessoa dessa?

De qualquer maneira, esse assunto perdurou por muito tempo.

-Véi, eu não posso falar.
Você vai querer não falar do seu ex pra sempre, é? Você tem que superar isso.
-Caralho, véi. Não é que “não quero”, é que eu “não posso”. (E eu nunca contaria pra alguém que não confio. Na verdade, eu nem conto isso pra quem eu confio, mas deixa quieto)
Mas você tem que dar chances pras outras pessoas, mesmo assim. Quer dizer, você pode, e tem, que esquecer esse cara aí.
-Mano, foi esse troço de “dar chances”, que, no caso, eu “recebi uma chance” que me deixou assim. Então percebi que isso está errado e sua lógica está equivocada. Eu não quero, pra ninguém, o que eu passei. (Outra coisa, não é “esse cara aí”. *chuta*)

Aí deu 19:00 e eu meio que o expulsei da República, falando que ia passar as outras folhas que ele não terminou de copiar pelo email e ainda aproveitei o embalo e mandei a parte teórica dos capítulos do livro que iam cair na prova (porque ele não tinha o livro).
Aí, sendo assim, ele não iria me fazer uma visita surpresa de novo.

Quer dizer, naquele dia, eu AINDA estava muito mal com a situação que aconteceu com o Qui-Gon. Nem sei como ele está, não sei se já terminou o rolo, se está feliz, alegre, contente…
E nem tenho como saber.
Não sei se saber isso me deixaria mais… Sei lá, com a conciência livre. Porque, afinal, ele não fala mais comigo por causa do rolo, é isso que ele me fez acreditar.
Se ele tivesse dito, simplismente “ah, é que eu te odeio mesmo”, eu, provavelmente, faria questão de não pensar em como ele está.
Só que ele disse, várias vezes, que não me odiava. Aí eu fico confusa.

De qualquer jeito, vai ser como a XX, só vou ficar mais… … Livre, quando me apaixonar novamente.

Escrevi isso como se “paixão” fosse algo fácil de ter. xD

Falando nela, lembrei de outro caso, o do XY, que o encontrei esses dias enquanto gastava meu dinheiro no Pátio jogando Guitar Hero.
Ele parece bem. Meu rabinho está do tamanho do cabelo dele.
Mas foi estranho quando ele me cumprimentou.
Estranho não no sentido de “eca, nojo”, mas no sentido de eu não me sentir mais confortável com ele me cumprimentando mesmo. O do beijinho na bochecha e “Olá!”.
Sei lá. É estranho. (MIMIMI, NÃO ME TOCA!!!1!)
Fora isso, foi uma conversa saudável.

: Hoje foi o “Brasília Game Expofeira”!!!!
Queria ter visto a E3. Vi o jogo do Brasil só porque eu iria assistir hoje a E3 no telão.
Pô, cara, deixei de ver a E3.
É que lá, no telão, tava só mostrando alguém jogando Mario Bros.
Pô, Mario Bros é legal… Um clássico!
Mas… Mas… E a E3? ;O;”’
De qualquer maneira foi a PRIMEIRA VEZ QUE JOGUEI TEKKEN 6!!!
FUUUUUUUUUUUUU!!!!!
Gente, eu surtava com aquele jogo.

-OHMEUDEUS! EU CHUTEI UM PORCO RANDOM!
*ocupado demais defendendo combo da Xiaoyu*
-ÔU-EMI-JI!! OLHA ESSES GRÁFICOS!!1!

Eu ganhei os três rounds (e só houveram 3, não 6) a primeira vez que joguei Tekken 6. Não sabia que havia tirado um cara que tinha ficado umas 7 rodadas com aquele mesmo personagem.
Acho que era o Jin.

A Christhie engordou no jogo. Os peitos da Nina cresceram ainda mais e não tive a oportunidade de jogar com a Anna.
A Asuka cresceu, tá do tamanho da Nina, praticamente.
A Lili continua apelona.

E OHMEUDEUS!! O LEON!! ELE PARECE UMA GAROTA!!11!!!!
Eu quero aprender a jogar com ele. Só fiquei apertando os botões pra ver se ele atacava com pernas ou braços, mas parecia que era perna, mas ele tirava mais dano com os braços, aí eu fiquei confusa.
Como eu queria que nego me deixasse em paz naquela poha pra eu jogar no modo estória.
MAAAS!! MAAAAS!! FOI LINDO!! NUNCA SURTEI TANTO!!
Tá, na verdade eu surtei bagarai quando chegou o Birth by Sleep.
Mas é que BbS é da Square.
Namco é outro surto.
SEM FALAR…!! QUE EU AINDA NÃO HAVIA JOGADO TEKKEN 6!!! Era uma vergonha eu dizer que eu era fã da série se não tivesse jogado este jogo antigo pra PS3. Mas é que ele é de PS3, então, é phods.

E eu ainda joguei Soul Calibur 4.
VELHO!! EU JOGUEI COM O DARTH VADER!!! FUUUUUUUUU!!
Queria ter jogado com o mestre Yoda, mas tudo bem. Não tinha desbloqueado lá.
Todos os personagens estavam lerdos, exceto a Tira.
Caramba, e eu conseguia jogar com a Taki. Conseguia.

Enfim, eu gostei muito, muito do evento. Como ele tinha altos consoles espalhados lá pelo ginásio e só foi nego que não é viciado [ou não], todo mundo pode jogar num mesmo nível E SEM FILA!!!!!!!
Como eu odeio a fila do Kodama pra jogar Soul Calibur.

Eu queria ter ficado mais tempo, mas não me arriscava a me perder no metrô de noite, por isso só joguei dois jogos.
Acho que cheguei lá umas 13:00 e poquinho e saí às 17:45… Acho.

Mas, foi lindo. Eu tinha perdido umas 2 vezes pro mesmo cara numa hora, mas ele só jogava de Marduk (tá, confesso que jogar com ele é tenso, mas o menino sabia os combos aéreos).
Aí eu fiz a seguinte proposta:
-Mano… Te desafio.
Hã?
-Te desafio a jogar no Random, bora?

Não só eu, mas tinha mó complô pra tirar esse viciadinho com Marduk, e voltar aquela coisa alegre e contente de jogar com todos os personagens, testando o que cada um fazia.
Resultado: o Amigo-nº2 ganhou dele com o Hwoarang contra o Baek.
Aí, depois disso, o viciadinho sumiu!
Mas óh!

Aí a gente começou a jogar com o Random nas partidas normais de brinks mesmo. Aí, quando um viciadinho-nº2 chegou lá, decidiram parar de jogar com coisas no Random.
Mas eu tava jogando só de Mokujin.
E aí soltei a seguinte frase: “Tu só é foda no Tekken se tu consegue jogar com o Mokujin”
E é isso aí. *bate na mesa*

Eu me diverti. Fazia tanto tempo, TANTO TEMPO, que eu não jogava até meu dedão começa a doer.
Ahhhhhh~~

6º: Eu e a Sora somos assistentes de um mangaká! õ/
Na verdade, o mangaká é amigo da Sora, que é amigo antigo do primo da Sora, que nos dá carona pra ir pra casa do mangaká fazer o mangá.
A Sora é a escrava do mangaká. Ela desenha os cenários, pinta o cabelo, faz as poses e tudo mais.
Eu sou a pessoa sem coordenação motora pra isso que fica discutindo sobre a história e corrigindo algumas coisinhas de japonês.
Bom, eu não faço muita coisa. Tudo bem, eu não quero mesmo fazer muita coisa.
Sei lá… O mangaká é tão… Estranho. O roteirista é um amor de pessoa, teimoso pra porra tentando explicar que é normal, na história dele, pessoas geneticamente modificadas com asas de passarinhos, não de morcego (que faria um pouco mais de “sentido”).
Acho que eu consigo pintar alguma coisa. Como lá eles tem um puta tablet gigante, se eu pegar umas aulas com a Kih, talvez eu consiga pintar as capas do mangá.
Hmmmmmm…

7º: Eu tinha mais uma coisa pra falar, pra eu poder ficar sem motivos pra não postar durante um bom tempo, até resolver esta minha história do 3G de novo.
Mas eu esqueci o que era. Hmmmmm…
Ah, uaréva.

Enfim, agora vou enfeitar este post com vídeos de Vocaloid (que, desta vez, não terão alguma mensagem subliminar com a música e a o post) porque acho que usei muitos icons do Onigiri. Depois disso, abusando ainda mais do 3G da Miyagi (colega-de-quarto), comentarei nos blogs que haviam comentado no meus posts anteriores e depressivos.

Bom, só digo obrigada quem leu e quem ainda comentou naquele meu post confuso. Aquele post eu fiz assim quando o Qui-Gon pediu para não ser mais meu amigo, por isso ele está todo confuso e sem nexo.
Muitas pessoas falaram pra eu superar o que aconteceu.
*Olha a câmera*
Defina superar.

Se superar é esquecer, isso é algo que não farei. Não vejo motivos pra esquecer coisas ruins ou boas que já aconteceram comigo (isso explica a frase de efeito do Keshigomo), mas também não vou ficar me contorcendo durante meses.
A solução do meu problema é simples: me apaixonar novamente por outra pessoa.
É…

É bem simples.

(…)Claro que você tem medo de perder este objeto. Ele não fala pra você ‘Vou ficar contigo pra sempre’, diferente de pessoas. Se pessoas falam, pensam e sentem, e falam de algo tão sério, então não há motivos para ter medo. Não há motivos de ter medo de alguém que já é seu. É certo que é fácil desconfiar das pessoas, mas até que ela quebre sua confiança, acredite nela. Por que não acreditar primeiro?
Não há motivo para ter medo. Então ‘ter medo’ não justifica nada.

Agora perdi tudo

Eu já recebi um layout da Kaito, mas que terei que fazer donwload dele de novo, porque está no pc lá de casa.
E eu vou responder os comentários.

Não, desta vez, não irei enfeitar o post com icons. E ninguém, acho, vai entender do que se trata o “rolo”, então o post será confuso e para leitores específicos.
Um deles, eu sei que não leu meu blog e nem saberá da existência dele.
O outro, eu sei que nunca mais lerá.


Endless Story — Yuna Ito


Todo mundo sabe que eu continuava amiga do Qui-Gon. Era como se nada tivesse acontecido entre a gente, principalmente na UnB, em que as pessoas continuavam me achando anti-social. (o que eu sou) Ninguém diria que “ah, pareceu que eles ficaram” ou coisa do gênero.

Eu, na verdade, estava até bem com essa situação. Não era o que mais queria, mas estava bem em ficar sendo amiga dele. Sem falar que, agora, eu finalmente estava sabendo o que estava acontecendo com ele aos poucos.

Eu meio que forçava a dizer o que estava acontecendo, como aconteceu, o que ele fez e essas coisas. Algumas noites ele me convidava pra jantar pra explicar essas coisas.
Bom, eu sou uma pessoa forte, apesar dos braços magrelos. E só queria continuar ajudando-o, ou, ao menos, não atrapalhá-lo.

Entretanto, tirando isso, éramos amigos como sempre. Falávamos de idiotices, mandava algumas poucas dúvidas, mandava ainda mais idiotices…~~
Quer dizer, nada que eu não faça de diferente dos meus amigos mesmo.

Domingo passado foi o IX Concurso de Karaoke de Língua Japonesa (ou mais ou menos isso), em que eu estava participando com a música Hero to Zero. Eu tinha o chamado pra ir me ver lá, porque prometi que iria ser muito divertido e, aproveitando que era no mesmo dia do Kodama, ele poderia ir no Kodama pela primeira vez, lembrei.
Vou levar os tomates, caso cante mal! xD
“Nada! Vai ser é muito legal! Cê vai ver!”

Eu esqueci de treinar a música e comecei a só ensaiar a “coreografia”, que seria algo da dança da música mesmo. A música é pra 5 cantoras, tão teria partes que o CD cantaria sozinho, mas nada que contornasse com uma dancinha.

Senhorita, creio que não poderei mesmo ir no karaoke.
“Hã?”
Ele havia prometido que iria. Perguntava se eu tava engrossando a voz pra cantá-la, ameaçava tacar legumes se eu cantasse mal… E agora não poderia ir.
“Por quê?”
Demorei uns 4 emails pra eu aceitar que ele não poderia ir por causa do rolo… Em que, pra esse rolo, ele sair comigo seria um problema. Porque era eu. Ele não estava me evitando, e nem o rolo o obrigou a fazer isso. E, se obrigasse, ele não acharia razoável. Afinal, continuávamos amigos.

Bom, aceitei. Não concordei com o motivo, mas aceitei. Afinal, ele me explicou várias vezes que ia só enrolá-lo ainda mais se fosse.
Não concordei, mas aceitei. Afinal, não devo atrapalhá-lo.

Então, quase nem nos víamos mais na UnB, por causa dos horários dele mesmo, que não batiam com os meus. Então, comecei a escrever muitas tolices por email, só pra manter o contato, né?
Não perder a amizade.

Bom, estava tudo indo bem.

Afinal, ainda éramos amigos. Não me queixava, de jeito nenhum disso. Na verdade, obrigada por continuar sendo meu amigo, o que mais quero mesmo é que consiga resolver o rolo e…
Bom, fique feliz.

Senhorita, eu não posso mais ser seu amigo.
“……….”
Eu simplismente entrei em pânico quando li isso no email. O que de tão errado eu estava fazendo? Eu não estava pedindo nada. NADA!
“É por causa do rolo? Ele que o obrigou a fazer isso?”
Eu estou quase a terminá-lo… Eu não posso perder uma só chance pra conseguir terminá-lo, entenda.
“Mas você disse que nunca acharia razoável se ele o obrigasse a fazer algo do tipo!”
É que… Estou bem próximo de terminá-lo…
“Mas…!”
Eu não queria, simplismente, aceitar uma coisa dessa. Chega a ser grotesco o que o rolo obrigou o Quin-Gon a fazer.

Eu não queria perder mais nada. Então, pare de tirar coisas de mim. O que eu fiz de tão errado à você?

Eu quis saber onde encontrar este rolo. Se ele estava obrigando a fazer isso, algo estava de muito errado.
“Você não tem a obrigação de me dizer onde fica o rolo. Mas eu quero muito saber o que ele é.”
Acho que isso… Só pioria a minha situação…
“Mas…!”

Eu tentei dialogar com Quin-Gon, tentando entender como funcionava mais ou menos o rolo.

Várias vezes, ele tentava me convencer que ele precisava fazer isso porque o rolo “pediu”.

Parece que foi certo, então, eu não ter ido ao karaoke.
Eu não tive muitas forças pra perguntar o porquê, mas, pensando com mais calma, deve ser porque isso também atrapalharia ele com o rolo dele… Apesar de não ver como (mesmo depois de 4 emails).

“Então… Você concordou com isso, mesmo sendo contra seus princípios…”
Peço perdão.”
“Você não precisa pedir perdão, já que não fez nada de errado. Está fazendo aquilo que acha certo com seus sentimentos, não? Então, é o certo.”
Me perdoe.
“Pode dizer adeus pra mim agora.”

Eu… No fim… Aceitei…. Eu perdi. O que eu queria manter intacto.
Perdi.
Eu queria continuar falando “MAS O ROLO NUM TÁ JUSTO!”, queria falar “QUERO SER SUA AMIGA AINDA!”…
E, no final, sugeri e concordei em ser esquecida.

Eu estou me sentindo muito, muito patética.
Minha testa tá doendo, meu nariz entupiu… Eu…

Ainda estou chorando.

Quer dizer, escrever isso num blog é horrível, porque pessoas podem usar isso contra mim depois, já que coloquei na internet.
Mas eu sou péssima pra resumir história fresquinha. Sempre odiei ouvir este tipo de história, porque a pessoa só fica se lamentando… Lamentando… Falando “ah, o que faltou”, “ah, isso”, “ah, aquilo”. Então, não pretendo receber comentários deste post.

Eu só acho que só consigo me sentir melhor escrevendo isso.

O mais patético:
Não somos mais amigos, mas ainda insisto em não contar esta história por completo pra ninguém. Nem mesmo pra Sora, que é minha melhor amiga.
E ainda uso “rolo” para se refenciar ao “grande ‘problema'” que Qui-Gon enfrenta. Mesmo eu não tendo mais o compromisso de manter em segredo o que é….
E ainda estou o chamando de Qui-Gon.

Se me perguntam se me arrependo em qualquer ponto desta história, eu posso dizer que não. Fiz tudo o que pensava que era certo fazer.
Muitas pessoas já haviam me aconselhado em me afastar de Qui-Gon quando ele terminou comigo.
Mas, não. Roxy, burra, queria estar ao lado dele. Tão somente ao lado.
Afinal, ele continua sendo uma pessoa muito legal. Um bom amigo!

Isso é patético.

Como eu pude sentir tanta dor que não existia por uma pessoa só? Tô com maior vontade de correr em círculos gritando aqui na República, mas todos tão dormindo, e a dona Mônica me mandaria dormir com o cachorro se eu fizesse isso.

Eu, na verdade, não pedi nada. Eu simplismente me apaixonei, e fui sincera comigo e te disse isso. Pensei que tinha sido verdadeiro quando havia falado que sentia o mesmo. Como não foi, tudo bem! Eu ainda poderia ser sua amiga, certo?
Mas eu posso dizer que “não estou mais apaixonada por você”, se isso adiantasse para você continuar sendo meu amigo.
Como não adianta mais nada….
Como eu já perdi tudo mesmo…

Que dê certo. Queria estar comemorando contigo quando desse certo, mas parece que não farei mais parte dessa história. Então, só posso ficar aqui, torcendo.
Torcendo.

As vezes penso que sou muito gay. Mesmo. Se eu lesse um post desse jeito, falaria “nossa, como ela é dramática!”. Mas eu chorei a ponto de ficar com dor de cabeça.
Chorar tanto pela perda até doer. Quem diria que, justo eu, faria uma coisa dessa.

Espero que o motivo de eu estar chorando não seja o que eu estou pensando que é, pois seria ainda mais patético falar isso.

Eu pretendia estudar amanhã pra prova de Cálculo. Com que cabeça?