Opa! Muita coisa aconteceu, desta vez.

Essa greve aí, 70 dias, e eu aqui jogando Portal

Acho que qualquer universitário e aquelas pessoas que acabaram de passar no vestibular tão aí acompanhando essa greve. Eu não tiro a razão dos professores, eles estão certo por exigirem salários melhores, carreira melhor, talz…

 

Eu acho meio “derp” são os estudantes fazerem greve. Quer dizer, estudante faz greve de que? E greve estudantil deveria fazer os alunos estudarem sozinhos, mostrando que não precisa da porcaria dos professores, mas, nãããããããão.

Certeza: é o governo fazer uma proposta boa para os professores, e aquele discurso de “entramos nessa greve para a classe trabalhista também, pros servidores, e blábláblá” vai todo embora.

 

Óbvio eu, como boa estudante, estou aqui aproveitando, finalmente, minhas férias. Elas começaram este domingo esta segunda, assim que postei os resultados da Gincana.

Ou seja, este tempo todo de greve, e apenas ontem que fui ter as minhas. Isso porque eu estava trabalhando duramente e arduamente no jogo deste ano, que foi improvisado e estava cheios de gatos.

Se algo que faço não tiver gato, não é meu. Até mesmo este layout, que não fui eu quem fiz, tem gato meu espalhado por todo canto.

 

Porém, mesmo com esta greve aí, atingindo todos os estudantes, ainda tive algumas aulas por aí. Uma delas foi aquela tão insuportável Linguagens de Programação. Tive as duas provas, os trabalhos finais e… Tudo pronto. O que falta agora é apenas o seminário, que não tem como fazer o seminário durante a greve porque teve grupos de alunos que entrou de greve, aí teria grupo que apresentaria o seminário incompleto, talz…

Mas isso não impediu que as notas fossem estregues, as notas que poderiam ser individuais.

 

Por alguma razão misteriosa, talvez seja Odin me abençoando, eu consegui notas boas em tudo. É sério! Prova prática, prova teórica, tudo acima de 5 ou um 5 cravado. Nos trabalhos, teve até um que tirei 12 valendo 10!

O Veterano que suspeitou disso tudo. Ele quem me ajudava, me abraçava, falava “vai dar tudo certo“, então ele deveria tirar notas maiores que as minhas. Estranhamente, alguns trabalhos dele tiveram notas menores que notas dos meus trabalhos.
Muito suspeito.

 

Minhas aulas de japonês voltaram sábado passado.
Semestre passado, eu estava no nível Hikari, que é avançado. Eu queria ter ido pro Aozora 4, que seria a continuação do que eu tava, né? Mas não tinha turma.
Aí, como falaram:
Não, você passou no Yonkyu do Noryokoshiken. Pode ir pro Hikari
-Mas eu não faço a menor ideia de como passei.
Mas passou.
-Mas eu não sei kanjis!
Mas passou pro avançado!
-Mas eu não sei falar! <o>
Acredite em si mesma!
-Aimeudeus! <o>
Aí, chegando no Hikari, eu me senti mais mongol que o normal.

 

De qualquer forma, conversando com a sensei, ela viu que, mesmo tendo passado do Hikari podendo ir pro Subaru, eu não tinha base de conhecimento em kanji suficiente pra isso. Aí, este semestre voltei pro Intermediário e estou no Aozora 4.

 

Dizem que eu entendo bem diálogo, mas eu não entendo porra nenhuma. Ligo a NHK e fico “Aaaaah, ele falou kawaii. Aaaaaah, ele chamou o cara lá de baka, lolz”.
Mas kanji é foda.
E sempre será foda.

 

É que eu, pelo menos, encaro da seguinte forma: kanji é algo pra se ver quando está escrevendo uma redação. Você tá lá, aprendeu uma nova forma de falar tal coisa, gramática nova, se depara com um vocabulário novo… “Tem kanji disso?”, aí você procura no dicionário, encontra (ou não), e escreve na redação pra ficar bonito.
Ou você tá passeando no Japão, encontra uma loja lá, com kanjis, “Ahnn?” e abre seu denki jishou.
Eu vejo kanjis desta forma e só consigo aprender desta forma.
Ah, mas é só decoreba
-Exato.

 

Eu sempre tive problemas com matérias decorebas, por sinal.


Tenho lido umas coisas por aí que me deixaram intrigada.

 

Estava eu viajando pelos blogs do Onigiri, entro em um deles, me deparo com uma matéria antiga, assunto de 1994, referente a Rei Leão. O site é o Kyoko e a matéria é esta aqui.
Eu tava lendo… Lendo… “Mas uééé..?”, fiquei pensando.
Lógico que não citaram que Kimba e Rei Leão tem histórias parecidas porque este é uma história original e aquele é uma adaptação de Shakespare, então, né.
O problema, eu acho que realmente é um problema, é comparar a animação. Cenas iguais, personagens iguais…

 

Eu não estudo animação, nem câmeras, nem direção, nem nada de 7ª arte, mas é tipo “wut?“. Queria até conversar com a Naru sobre isso.

 

Supondo que Kimba e Rei Leão tenha sido interpretados por humanos, a comparação continuaria a mesma? O Simba teria um amigo gordo e um baixinho, que ensinariam o Simba a ser vegetariano. Scar seria negro, magrelo, com barbicha…
Se Kimba também fosse interpretados por humanos, iam continuar com esta comparação do design dos persinagens?
Seria até pior, verdade… Ter um amigo gordo e um amigo baixinho, putamerda, fudel. É muito filme com este tipo de esteriótipo!

 

Vou ser mais ridícula: vou pegar Avatar e Pocahontas. Avatar tem uma árvore mística lá, sagrada, que dizem que tem poderes, taltaltal… Pocahontas tem a árvore mística lá, que até mesmo fala com a Pocahontas.
Eitaporra, Avatar é cópia de Pocahontas! Olha as árvores!
Né não, mongol. Avatar tem aqueles bichos azuis esquisitos e Pocahontas tem índios.
Se ao invés dos Navi’s, fossem índios, Avatar realmente seria comparado com Pocahontas? (Ou comparar, pelo enredo, Avatar com Atlantis?)

 

O Veterano depois me mostrou um vídeo, com imagens de cenas “inspiradas”, bem semelhantes… No quesito do storyboard.

 

Os filmes que tem aqueles closes no rosto da pessoa, ou os animes que focam os olhos, eitaporra, tudo é cópia do outro.

 

Lógico que, quando ele me mostrou as cenas inspiradas, eu dei um ataque fangirl e fiquei puta. Mas, sei lá, achei tão ridículo comparar essas coisas.
Eu tenho um certo problemas com filmes: eu não consigo comparar. Eu até consigo comparar remakes, talz… Ou comparar a evolução de enredo, desenho de uma mesma empresa. Quando junta com outra, eu fico confusa.
Aí quando vem com estas teorias das conpiração, eu fico puta.

 

Mas, lógico, esse assunto é de 1994. Ou seja, se passaram uns bons 8 anos 18 anos de lá pra cá, tão foda-se.

(Espera, Rei Leão tem 18 anos?)