Estudando bastante nas férias

Finalmente eu consegui vencer as matérias da UnB. Sem mais cálculo, sem mais física… Só escrever mais uns dois artigos, um pôster, a monografia e não sei quando verei a UnB de novo.

 

Toda vez que toco nesse assunto com meu namorado, eu acabo chorando, brigando, reclamando que não quero ser adulta e aquele chororô que fiz na última postagem (o post é velho, o sentimento continua). Porém, ele tem me ajudado a encarar essa nova etapa fazendo nada de especial: saímos bastante, jogamos bastante e temos ficado juntos. Acho que é o apoio e a motivação que eu preciso mesmo.

 

Nisso, eu e ele começamos a estudar francês no Duoling, já que temos planos de ir pro Canadá de novo, dessa vez como residente permanente. Eu falo pras pessoas (minha família) e “nossa, vocês acham que vão conseguir? Não é fácil morar do país/Por que querem sair do Brasil?/Com que dinheiro vocês vão?/Tem que estudar pra concurso público” e, francamente, as coisas tem que começar por algum lugar. Se vai dar certo ou não, são outros 500. As pessoas tem um troço de “nossa, isso é impossível, longe da minha realidade” que acabam fazendo nada e eu fico ““. Quer dizer, eu acho que pensava assim também, mas depois que consegui viajar pro Japão e conhecer um bocado de gente legal, aí eu mudei. Eu também tenho muitos anos de vida ainda, então eu posso ficar tentando.

 

Ah, além de francês, estou estudando inglês no Duoling porque preciso tirar 8/9 no IELTS e, do jeito que meu inglês tá, eu não tiro nem 6. Não é porque eu não sei inglês, é porque eu não sei que verbos e que conjugações são pretérito, pretérito perfeito, advérbio, futuro, futuro do subjuntivo(????) e essas coisas de português (é só ver pelo nível do meu blog que dá pra notar). Tinha feito uma prova de nivelamento de inglês no UnB Idiomas, falei perfeitamente com a mulher lá, escrevi redação bacaninha (porque quem queria fazer preparatório de IELTS ou TOELF tinha que escrever uma redação bacaninha) e a mulher me botou no intermediário. Até aí tudo bem, eu não me importava de reforçar algumas coisas, principalmente essa parte de gramática, que eu sou bem fraquinha, admito. Aí na primeira aula, quando o professor veio com “LISTE 5 FRUTAS AMARELAS” aí eu “pera lá…“. Só pedi meu dinheiro de volta e decidi estudar por conta própria, que paciência pra voltar pro prézinho eu não tenho.

Eu consigo me virar sozinha, seus bananas!

Por sinal, quem tiver no Duoling também, me adiciona!

 

Também estou trabalhando num módulo de um site de um amigo do chefe do meu tio, que era só um troço em php simplezinho, adicionar, editar e excluir coisas, no começo. Aí eu “ok, parece um trabalho fácil e eu vou receber por isso” e acabei aceitando. Mas a complexidade do negócio a gente só descobre quando começa a mexer, né? Então. Né? Hehe…

 

Essas férias não tão lá com cara de férias.

 

Eita essa falta de vontade

Já faz um bom tempo que ando desanimada com muitas coisas: com meus projetos, minha faculdade e minha própria vida. Não faço ideia de que rumo estou seguindo e nem se vou me arrepender no futuro.

Sobre a faculdade, meu desânimo é com cálculo: peguei um professor que todos recomendavam porque era muito fácil. De fato, ele cobra bem pouco na prova e tudo se baseia em decoreba. O problema é que eu tenho aquele espírito de calouro de quem quer aprender a matéria. Se eu não consigo aprender, eu fico com bloqueio e até pânico por não conseguir fazer os exercícios (e eu fico chorando por isso, me julguem).

Mas por que você quer aprender cálculo 3?

Não sei, mas sempre tive problema em decorar coisas. Matemática e cálculos nunca foram meus fortes (na verdade, o extremo oposto), mas o que diferenciava matemática de matérias como química, física e biologia é que eu não precisava aceitar as coisas “porque na vida é assim que as coisas funcionam e meu dever aqui é só explicar como essas coisas funcionam“. Amigo, sua explicação do por que o céu é azul não cola pra mim, ok?

Em cálculo 3, o professor está passando meia hora sem falar nada, passa preenchendo o quadro inteiro e depois começa a explicação: “tem essa regra aqui, e essa definição. Vocês não precisam saber disso. Vejam este exemplo” e é isso. Toda aula fico extremamente frustada por conta disso e, como dá pra imaginar, cálculo 3 é cálculo 3: difícil pra caramba pra aprender sozinho.

 

Não tá dando certo

Sobre meus projetos, como eu tenho ficado frustada com a faculdade, eu tampouco estou tendo ânimo pra fazer as coisas que eu gosto, que é o Onigiri. No Onigiri, falta eu concluir as medalhinhas dos minigames e tô enrolando isso faz um mês já. Nunca demorei tanto pra soltar uma featurezinha sendo que ela tá metade pronta.

Toda vez que invento de mexer nela, eu penso: eu deveria estar estudando cálculo, mas não quero. E no final do dia, acabo não fazendo nada, nem o que devo, nem o que eu gosto.

Também tem me deixado triste o tanto de pessoa que se inscreve no Onigiri e depois não vira morador. É um monte de bloguinho que quero que seja morador, que participe, que saia como sorteado da semana, mas simplesmente abandonam o prédio antes mesmo de entrar. É uma tristeza idiota, mas eu me esforço tanto pro Onigiri ser fácil, menos burocrático e divertido… E ninguém me diz o que tá errado pra eu poder arrumar, é tristeza atrás de tristeza.

Também tem o meu TCC onde meu orientador está desanimado comigo porque eu não tenho feito mais o que ele tem pedido, que são uns exercícios usando a playAPC (a minha biblioteca gráfica em C++). Como são só exercícios, eu posso deixar pra fazer eles depois porque eu tenho que passar nas matérias primeiro. É uma bola de neve esse cálculo.

 

Já a minha vida, eu não sei o que quero dela. Não consigo me ver procurando emprego, trabalhando e sendo adulta. Essa ideia, na verdade, me assusta. Eu sou o tipo de pessoa que não sabe discutir, pagar contas, calcular coisas de cabeça, acredito em papo de vendedor e não sei pensar em longo prazo. Porém, os meus pais se aposentam daqui a 5 anos. Se em 5 anos eu não conseguir arrumar um trabalho que consiga pagar um aluguel e que me sustente, eu terei fracassado como ser humano. Ser daqueles hikikomoris que sugam a aposentadoria dos pais é a ideia que mais me traz nojo ultimamente.

Aí meus pais “olha só, vai abrir concurso pra sei lá o que“, “já sabe onde vai trabalhar? O que gosta de fazer?“. Eu simplesmente fico mais irritada que cachorro quando alguém puxa o rabo dele; sempre saio bufando da sala quando me fazem esses tipos de perguntas porque… Porque eu sou uma criança.

 

Então, minha vida tem se resumido em dois problemas: universidade e responsabilidade. Universidade tem me causado desânimo e responsabilidade tem me causado aflição.

 

As vezes de noite me pego pensando que nem vida mais eu quero, mas não acho que isso seja depressão ou algo do gênero; não é como se eu tivesse coragem de fazer alguma coisa. Eu tenho ciência que esse meu problema de desânimo é coisa idiota de se resolver, eu só preciso de, sei lá, alguma força, pé na bunda, puxada de orelha, alguém pra falar “você consegue!“. Não nego que queria que alguém resolvesse com magia essas duas coisas, mas ninguém vai resolvê-las pra mim.

Sozinha porque quis

Só tenho ficado pior com o tempo.
Um monstro, basicamente, é como tenho me visto.
Uma maníaca pelo trabalho, que tem que estudar cálculo, que se afastou de todos seus antigos amigos e hoje só possui coleguinhas, que nunca vão brigar comigo.
Tenho reclamado dos antigos amigos, de qualquer forma. Nenhum tá escapando.

Desde que a Kih deixou de ser Síndica, reclamo dela quando o assunto “Kih” é tocado.
E se ela estiver online no momento, eu vou lá e a chamo de “traidora” até eu cansar.
Minha reclamação com ela agora é o fato da capa do jogo, que precisava fazia tempo.
Mas tinha ficado tão incrivelmente chateada que, no dia, ela foi me mostrar como tava, só tinha dois personagens pintados e ela estava correndo pra terminar naquele dia.
“Não, sai daqui. Vai dormi”
“-Mas, Nay, você não precisa disso pra hoje?
“Preciso não, é pra semana que vem. Agora xô.”
Saco.

Tive muitas reclamações com o Hugo, que ele ficava puto quando perdia, que ria de forma estranha, que falava “a gente se vira como pode” quando alguém falava do nosso relacionamento, do tanto que eu insisti pra gente ter passeios mais inocentes ao invés de ir na casa de um e do outro pra jogar video game e, em seguida, dirty danced…
A ponto de eu começar a pensar só em sexo.
Se lembrava dele, lembrava de todas as vezes que ele me deixou chateada e, se falava com ele, pensava em sexo.
Ah, que grande filha da puta que eu sou.
Então tive que terminar e fiquei triste pra caralho durante um bom tempo.

Porém, olha só pra mim agora.
Dia 04 de Junho eu saí com um amigo meu, o Veterano, pra gente ver Piratas 4 e foi engraçado vê-lo tomando susto numa parte do filme e fazendo adivinhações durante o resto.
Depois, ficamos dando um bom passeio no shopping e fugindo da tia e prima que tavam lá também. Eu tava rindo litros.
Aí ele me beijou.

Caramba, como me senti mal na hora. Fiquei com medo, pois, antes desse dia, eu tava pensando muito nele, mas não a ponto de “ah, eu acho que tô a fim dele”… Ou foi a ponto disso… Mas eu não ia tomar atitude alguma, não queria mais problemas pra mim.
Quer dizer, ele realmente tava sendo carinhoso comigo, mas quem sou eu pra negar carinho?! Eu adoro isso! Gosto de fazer cosquinhas nas pessoas porque eu mesma não sinto, logo é engraçado ver, principalmente meus calouros, se contorcendo no chão só por eu ter enconstado um dedo nele (vulgo HD).
Mas seria aquilo carência? Terminei com o Hugo e tava pedindo carinho pro Veterano?

A primeira coisa que pensei “Putamerda, estou usando o Veterano“.
E a primeira coisa que disse foi “Meudeus, que que eu estou fazendo?”.
Tava pensando em pedir desculpas e ir embora dali o quanto antes, não tava aguentando nem olhar direito pra ele.
Porém, eu nem tive vontade de mexer minhas pernas. Parecia que eu queria aquilo mesmo.
Porra, sou um monstro!


Disse à ele o que eu tava sentindo: falei que estava com medo de machucar outra pessoa, porque eu magoei uma pessoa que gostava muito, muito de mim e que estava me sentindo um monstro. Não estava a fim de ficar com ninguém, eu realmente tava com medo de machucá-lo de verdade.
Só que… Só que…
-Você não gosta nem um pouco de mim?
“Gosto, mas…”
-Então. Eu gosto de você também.
“Veterano, não estou a fim de ficar com ninguém. Não acho digno ‘ficar’ e não vou ficar contigo.”
-Nem namorar? Não acho digno ficar.
Eu tenho um fraco por pessoas fofas que dizem coisas fofas em momentos fofos. Foi tipo uma “Hora morango” e acabou que aceitei.

Engraçado que esqueço o quanto estou pessimista quando a gente tá conversando ou divagando sobre assuntos esdrúchulos.
Posso não ter me dado tempo pra esquecer o que fiz com o Hugo, mas fico realmente contente ao lado do Veterano. Ele é fofo e é 93,4% puro segundo o Teste clássico de pureza, enquanto eu sou 82,9%.
Porém…

Chamaram-me a atenção que estou “fácil” demais, que não tenho “jogo de mulher” e que não vou conseguir manter alguém como o Veterano por muito tempo.
Eu não nego carinho. Eu nunca vi motivos para as mulheres fazerem “joguinho” de “ai, hoje não”, “não me beija aqui”, “não segura minha cintura”…
Quando a gente ama alguém, é comum ser egoísta e pensar somente nas duas pessoas, né? Foi o que os animes me ensinaram.
Tão, foda-se que não pode beijar aqui, eu te amo e quero beijar-te e esqueça o mundo à fora. (Obviamente, com os limites. Não estamos na Suécia para poder fazer sexo no parque, porque… Né?)
E eu realmente não tenho “jogo de mulher” pois tenho a leve impressão que não sou uma. Só acho.
O problema foi o que foi falado em seguida:
-Ele pode achar que você é só mais uma. Como é “fácil”, ele logo pode cansar de você, pois, como fica muito tempo abraçada e deitada com ele… Né?
Não quero que ele pense isso. Eu fico deitada, eu fico abraçada, eu dou beijos (seja na bochecha, boca ou pescoço) porque encaro isso como carinho.
Carinho.
Não é carinho? Sempre pensei que fosse.
SIM, AINDA SOU VIRGEM! Por favor…

Incrível como palavras tem me atingido ainda. Essa fase ainda não passou.

Bloguinho, eu gosto de falar contigo sobre meus piores assuntos, tá? Mas não tem só coisa ruim acontecendo comigo. O Caio tem passeado muito comigo, fiz todas as listas de Cálculo e tenho um bando de projetos da UnB pra fazer, ok?
Mas no meu blog eu falo dos piores assuntos, mas isso não me faz depressiva/emo.

Vou voltar ao trabalho.

Merda de post


Responder comentários?
Um dia hei de fazer. Leio todos, isso é fato. Se a pessoa me tiver no msn, eu acabo respondendo por lá mesmo.
Ah, mas pra quem tô me desculpando?


Minha desconfiança sobre as pessoas tem aumentado gradativamente depois que “terminei” com a Sora.
Minha credibilidade com as pessoas tem diminuído gradativamente quando a Kih saiu do Onigiri.
Ultimamente, não tenho acreditado nem no Hugo, o qual me deixa estressada por se estressar tanto com video game. Só acredito mesmo são nos meus pais.
Ai, Roxas, que isso tudo?
Sei lá. Tenho me afastado naturalmente das pessoas e tenho pensado só em mim, pensando apenas no meu futuro.
Isso me faz uma merda como pessoa, mas não quero distribuir abraços pra todo mundo, pois isto não é meu natural.

Eu tenho feito o storyboard do jogo da Gincana de Julho sozinha, mas está ficando dramático demais. Do jeito que tá indo, a personagem Síndica Kih vai acabar desaparecendo, mas não quero fazer isso porque isso meio que acaba com a “historinha” do Onigiri.

Como previ, a qualidade do Onigiri tem caído bastante, e a culpa é minha mesmo, falta de competência. Minhas plaquinhas tem estado uma merda, meus minigames também…
Queria que o time de monitores fosse mais unido, mas é meio que uma regra eu não interferir muito nos assuntos deles: é pros monitores serem livres, ajudarem os novatos quando podem e escreverem o jornal quando estiver a fim.

Em contrapartida, tenho tentado me envolver em outros projetos, como o Anime Kawaii, que é um blog de notícias.
Como é um grupo relativamente grande, penso eu que são bastantes unidos.
E já dou de cara com “ah, gênios não combinam”.
Ah, que vaca, tomar no cú.
Quer dizer, eu realmente gostaria de saber o motivo do porquê me odeia, sabe? Eu realmente cago e ando pras garotinhas de 11 anos que criam fakes meus e destroem minha imagem; mas em um lugar que irei participar…
É um clima estranho pra mim.

Mas que que eu tô falando? Ninguém deve explicação nenhuma à mim.

Sou só dona do Onigiri, e é somente isso que faço quando entro na internet.
Só que até com ele estou desanimada e desconfiada das pessoas, tão o que que eu vou fazer quando entrar na internet?
Só pelo fato que estou desconfiada das pessoas, como posso tentar ajudar as pessoas a se conhecerem pelo Onigiri?
LOL, como sou hipócrita.

Tentei ocupar meu tempo com Tumblr, o Toalha… Distrai-me às vezes pelos gifs, mas não ao ponto de eu querer me dedicar nele.

Ah, que merda de post.

Pretendo um dia fazer um complemento do meu blog, que é um Vlog. Usar meu Canal Sr.Keshigomo pra postar vídeos com meu dia a dia e postá-los depois aqui no Keshigomo.
Assim posso não parecer tão merda de pessoa.

Tendo hemorragias

Tendo hemorragias
Um boletim

Sabe quando você tira uma nota baixa?
Não fica aquela corzinha escarlarte no seu boletim todo branquinho?

E quando vem várias delas? Como se seu boletim estivesse tendo hemorragia?

Pois é…

Preciso tirar 6 em química, 5 em matemática, 5 em física, 4 em português e o resto eu ignoro.

Só passei direito em educação física…


Prometi que não ia falar mais dela.
Mas, deixa pra lá.

Temos juntado tantas internas, temos feito tantas gayzisses na escola, trocado tantos babados (ou pensamentos)…
Que tem começado a ficar estranho.

Me pergunto como melhores amigas devem se portar à sociedade sem parecerem gays.

Quer dizer, os amigos dela já me mandaram tomar no “&%8D” quando chego na sala dela, mas aposto que é a declaração de afeto deles a nossa amizade.
Meus pais têm me perguntado se estou namorando um cara… Ou uma mulher… Talvez porque sou uma criança com quase 18 anos que, na vida, ficou, de fato, com apenas uma pessoa.
E que isso não seja normal.
E agora, a tão temida mãe dela lê, das 51 citações que tenho aqui no Keshigomo, a que falo de amor que não escolhe sexo. Era tudo o que me faltava.

Há algum tempo eu já me esqueci o que é o coração bater mais rápido por alguém. Já nem lembro qual a sensação de estar apaixonada. Por alguma razão, nem sinto falta de ficar com alguém.

Ainda sou muito criança pra esses assuntos, tão parem de desconfiar da minha amizade super estranha com a Sass


Meu aniversário tá chegando!
Vou na casa da Amiga-One-Piece jogar Rock Band. Eu, Sass e a Amiga-One-Piece vamos ficar revezando entre vocal, bateria e guitarra.
Mal posso esperar! Vai ser tão divertido!!

E semana que vem já posso entrar na auto-escola.