E agora, José?

Alguma hora isso iria chegar

Enfim, apresentei o tão temido TCC, que iria decidir de uma vez por todas se eu estaria livre dessa faculdade vital que consumiu quase 7 anos da minha vida.

E, sabe, eu fiquei muito feliz com o meu tema, no final das contas.

 

O meu TCC era sobre a minha biblioteca em C++ chamada playAPC, que basicamente exibe formas geométricas na tela do computador chamando funções do tipo “CriaQuadrado()“, “Gira()” e etc… É tudo bem simples de usar, super básico, feito justamente para pessoas que não sabem programar poder fazer coisas legais já no primeiro semestre de computação.

Sabe, foi inexplicável descrever o pessoal usando minha biblioteca. Eu queria ter tido uma há 7 anos atrás, quando entrei na UnB. Porém, como não existia uma fácil o bastante para que eu pudesse entender, então eu fiz a minha. Se eu fosse usar naquela época, eu iria querer que ela funcionasse exatamente assim. Então, meu TCC foi algo que eu fiz meio que para mim mesma… Aí foi legal pra caramba fazer todo o projeto, escrever a monografia, aplicar ela em altas turmas, tirar dúvida do pessoal e ver o pessoal resolvendo a prática de laboratório com ela… Quando comecei a fazer a biblioteca, eu morria de medo deste meu projeto não ser de bacharel, porque bacharel faz trabalhos que são complicadíssimos, que tem que rodar milhões de testes, que tem que criar uma nova métrica, todo cientista, etc etc etc. O meu é uma brincadeira de criança que faz coisas bonitinhas.

Esta foi a minha banca. O meu orientador é o de preto

Apresentei, recebi minha nota, meus pais ficaram super felizes por mim mesmo sem entender o que minha nota significava e… É isso.

 

Apesar de não ter sido tão sofrido quanto os dos meus amigos e dos blogs que eu acabo lendo por aí, eu me sinto ainda extremamente cansada, mesmo já tendo passado um mês desde a apresentação dele. Tipo, no sentido de “não me mostre uma prova/não me fale em trabalho que eu entro em pânico“.

Por favor, não!

Meu namorado mostrou um dia desse um anúncio de vaga de desenvolvedor pra uma empresa aí que eu tinha quase todos os requisitos e nenhum dos diferenciais que eles pediam. Aí eu pensei “Ok, vamos tentar, vai que, né?” e tinha que ajeitar meu currículo. Além do currículo, ainda tinha que criar uma conta no maldito do Likedn (eu odeio essa rede desdo Orkut, que todo mundo mandava spam dessa bosta que “Fulaninho te adicionou!“, QUE ÓDIO, GRRRR, NO ORKUT EU QUERIA SÓ RECLAMAR DA ESCOLA!).

Eu no caso já tenho há décadas o modelo de currículo bonitinho. Super simples de ajeitar, todo fofo e talz. Só que, quando eu tava ajeitando, mostrando pro Veterano o currículo e pedindo a opinião dele, foi crescendo um pânico de “não faça isso não faça isso não faça isso” que eu acabei falando pra ele “DESISTI!” e fechei as coisas tudo sem salvar.

E lógico deixei o Veterano decepcionado com isso, que eu falei que não ia mais tentar a vaga e queria mais tempo de férias.

 

Eu tenho plena noção que eu tenho que ter um emprego agora. E quanto mais cedo, mais cedo tenho a experiência de 1 ano que preciso pra iniciar o processo lá de imigração pro Canadá.

Só que… Não, por favor.

Estudando bastante nas férias

Finalmente eu consegui vencer as matérias da UnB. Sem mais cálculo, sem mais física… Só escrever mais uns dois artigos, um pôster, a monografia e não sei quando verei a UnB de novo.

 

Toda vez que toco nesse assunto com meu namorado, eu acabo chorando, brigando, reclamando que não quero ser adulta e aquele chororô que fiz na última postagem (o post é velho, o sentimento continua). Porém, ele tem me ajudado a encarar essa nova etapa fazendo nada de especial: saímos bastante, jogamos bastante e temos ficado juntos. Acho que é o apoio e a motivação que eu preciso mesmo.

 

Nisso, eu e ele começamos a estudar francês no Duoling, já que temos planos de ir pro Canadá de novo, dessa vez como residente permanente. Eu falo pras pessoas (minha família) e “nossa, vocês acham que vão conseguir? Não é fácil morar do país/Por que querem sair do Brasil?/Com que dinheiro vocês vão?/Tem que estudar pra concurso público” e, francamente, as coisas tem que começar por algum lugar. Se vai dar certo ou não, são outros 500. As pessoas tem um troço de “nossa, isso é impossível, longe da minha realidade” que acabam fazendo nada e eu fico ““. Quer dizer, eu acho que pensava assim também, mas depois que consegui viajar pro Japão e conhecer um bocado de gente legal, aí eu mudei. Eu também tenho muitos anos de vida ainda, então eu posso ficar tentando.

 

Ah, além de francês, estou estudando inglês no Duoling porque preciso tirar 8/9 no IELTS e, do jeito que meu inglês tá, eu não tiro nem 6. Não é porque eu não sei inglês, é porque eu não sei que verbos e que conjugações são pretérito, pretérito perfeito, advérbio, futuro, futuro do subjuntivo(????) e essas coisas de português (é só ver pelo nível do meu blog que dá pra notar). Tinha feito uma prova de nivelamento de inglês no UnB Idiomas, falei perfeitamente com a mulher lá, escrevi redação bacaninha (porque quem queria fazer preparatório de IELTS ou TOELF tinha que escrever uma redação bacaninha) e a mulher me botou no intermediário. Até aí tudo bem, eu não me importava de reforçar algumas coisas, principalmente essa parte de gramática, que eu sou bem fraquinha, admito. Aí na primeira aula, quando o professor veio com “LISTE 5 FRUTAS AMARELAS” aí eu “pera lá…“. Só pedi meu dinheiro de volta e decidi estudar por conta própria, que paciência pra voltar pro prézinho eu não tenho.

Eu consigo me virar sozinha, seus bananas!

Por sinal, quem tiver no Duoling também, me adiciona!

 

Também estou trabalhando num módulo de um site de um amigo do chefe do meu tio, que era só um troço em php simplezinho, adicionar, editar e excluir coisas, no começo. Aí eu “ok, parece um trabalho fácil e eu vou receber por isso” e acabei aceitando. Mas a complexidade do negócio a gente só descobre quando começa a mexer, né? Então. Né? Hehe…

 

Essas férias não tão lá com cara de férias.

 

Eita essa falta de vontade

Já faz um bom tempo que ando desanimada com muitas coisas: com meus projetos, minha faculdade e minha própria vida. Não faço ideia de que rumo estou seguindo e nem se vou me arrepender no futuro.

Sobre a faculdade, meu desânimo é com cálculo: peguei um professor que todos recomendavam porque era muito fácil. De fato, ele cobra bem pouco na prova e tudo se baseia em decoreba. O problema é que eu tenho aquele espírito de calouro de quem quer aprender a matéria. Se eu não consigo aprender, eu fico com bloqueio e até pânico por não conseguir fazer os exercícios (e eu fico chorando por isso, me julguem).

Mas por que você quer aprender cálculo 3?

Não sei, mas sempre tive problema em decorar coisas. Matemática e cálculos nunca foram meus fortes (na verdade, o extremo oposto), mas o que diferenciava matemática de matérias como química, física e biologia é que eu não precisava aceitar as coisas “porque na vida é assim que as coisas funcionam e meu dever aqui é só explicar como essas coisas funcionam“. Amigo, sua explicação do por que o céu é azul não cola pra mim, ok?

Em cálculo 3, o professor está passando meia hora sem falar nada, passa preenchendo o quadro inteiro e depois começa a explicação: “tem essa regra aqui, e essa definição. Vocês não precisam saber disso. Vejam este exemplo” e é isso. Toda aula fico extremamente frustada por conta disso e, como dá pra imaginar, cálculo 3 é cálculo 3: difícil pra caramba pra aprender sozinho.

 

Não tá dando certo

Sobre meus projetos, como eu tenho ficado frustada com a faculdade, eu tampouco estou tendo ânimo pra fazer as coisas que eu gosto, que é o Onigiri. No Onigiri, falta eu concluir as medalhinhas dos minigames e tô enrolando isso faz um mês já. Nunca demorei tanto pra soltar uma featurezinha sendo que ela tá metade pronta.

Toda vez que invento de mexer nela, eu penso: eu deveria estar estudando cálculo, mas não quero. E no final do dia, acabo não fazendo nada, nem o que devo, nem o que eu gosto.

Também tem me deixado triste o tanto de pessoa que se inscreve no Onigiri e depois não vira morador. É um monte de bloguinho que quero que seja morador, que participe, que saia como sorteado da semana, mas simplesmente abandonam o prédio antes mesmo de entrar. É uma tristeza idiota, mas eu me esforço tanto pro Onigiri ser fácil, menos burocrático e divertido… E ninguém me diz o que tá errado pra eu poder arrumar, é tristeza atrás de tristeza.

Também tem o meu TCC onde meu orientador está desanimado comigo porque eu não tenho feito mais o que ele tem pedido, que são uns exercícios usando a playAPC (a minha biblioteca gráfica em C++). Como são só exercícios, eu posso deixar pra fazer eles depois porque eu tenho que passar nas matérias primeiro. É uma bola de neve esse cálculo.

 

Já a minha vida, eu não sei o que quero dela. Não consigo me ver procurando emprego, trabalhando e sendo adulta. Essa ideia, na verdade, me assusta. Eu sou o tipo de pessoa que não sabe discutir, pagar contas, calcular coisas de cabeça, acredito em papo de vendedor e não sei pensar em longo prazo. Porém, os meus pais se aposentam daqui a 5 anos. Se em 5 anos eu não conseguir arrumar um trabalho que consiga pagar um aluguel e que me sustente, eu terei fracassado como ser humano. Ser daqueles hikikomoris que sugam a aposentadoria dos pais é a ideia que mais me traz nojo ultimamente.

Aí meus pais “olha só, vai abrir concurso pra sei lá o que“, “já sabe onde vai trabalhar? O que gosta de fazer?“. Eu simplesmente fico mais irritada que cachorro quando alguém puxa o rabo dele; sempre saio bufando da sala quando me fazem esses tipos de perguntas porque… Porque eu sou uma criança.

 

Então, minha vida tem se resumido em dois problemas: universidade e responsabilidade. Universidade tem me causado desânimo e responsabilidade tem me causado aflição.

 

As vezes de noite me pego pensando que nem vida mais eu quero, mas não acho que isso seja depressão ou algo do gênero; não é como se eu tivesse coragem de fazer alguma coisa. Eu tenho ciência que esse meu problema de desânimo é coisa idiota de se resolver, eu só preciso de, sei lá, alguma força, pé na bunda, puxada de orelha, alguém pra falar “você consegue!“. Não nego que queria que alguém resolvesse com magia essas duas coisas, mas ninguém vai resolvê-las pra mim.

Passei em física

Física NUNCA MAIS

A prova foi na terça -feira e quarta foi a revisão de todas as notas. Na terça, o professor deu uma prova de 3 horas, mas deixou as pessoas fazerem em 4. Se eu demoro 2:00 horas pra fazer uma prova que o professor planeja pra ser feita em 1:00, que dirá de uma que o professor planeja pra ser feita em 3:00? Eram só três questões e três questões das questões mais complicada que ele passou pra gente fazer em casa (o que é de forma forma justo, porque ele deu tempo pra gente primeiro fazer em casa e depois fazer na prova).

Bom, eu sei que fui a última a sair da prova e saí inclusive com dor nos olhos do tanto que tava concentrada nessa prova. E ser a última a sair é bem porque o professor fica lá com cara de “põrrâââ…” pra você e, quando você percebe isso, você fica intimidado. Ele até inclusive foi no banheiro enquanto eu tava fazendo prova. Eu poderia ter pego o whatsapp e visto as resoluções ali de boa, mas eu sou uma pessoa honesta.

No dia da revisão, eu peguei minha prova e vi um puta de 7,8. Nunca tirei uma nota tão alta em física, e inclusive falei isso alto. O professor mó “mas você estudou, isso é óbvio“. Se prova avaliasse esforço, não resultado, eu já teria me formado uns dois anos atrás.

Só sei que agora não preciso me preocupar nunca mais com física e agora estou aproveitando pra ver muitos animes nessas curtas férias. E mexer com o Onigiri (apesar que até hoje não tive coragem de mexer nele).


Roubando um meme da [un]Happy que eu só fui ver que ela voltou quando ela caiu de paraquedas no Onigiri.

REGRAS

• Você deve listar pelo menos 5 crushes, embora você possa compartilhar mais, se quiser;
• Dê, pelo menos, duas razões pelas quais você acredita que o personagem é digno de ser seu “husbando”.
• Diga-nos o nome dos cinco personagens, com direito a imagem/gif!
Por favor, marque, ao menos, dois blogs para responder esta tageste meme;
• Créditos ao BUNNY DAYS por traduzir o meme.

Kouga (Inu-Yasha)

Acho que o primeiro amorzinho a gente nunca esquece, né? Lembro da época do Orkut que eu era tão apaixonadinha por ele que eu atacava toda e qualquer comunidade da Ayame com discurso de ódio e falando que ela não existia (ok, eu era dessas).

  1. Ele é um cara romântico. O Inu-Yasha todo infantilzão, mal sabendo segurar a mão da Kagome, e o Kouga entregando rosas, elogiando, podendo fazer de tudo pela moça, mas nunca a forçando! Ok, teve uma vez que ele meio que a sequestrou, mas foi no primeiro episódio de aparição dele e ele pediu desculpas.
  2. É alguém importante e forte (sem ser absurdo). Não só era líder da matilha dos youkais lobo como dava uma bela de uma surra no próprio Inu-Yasha quando este não invocava os poderes de protagonista da série. Também dava uma surra nos caras do lacaio do Naraku, mas sabia das próprias limitações de terreno. Ele era forte por seus treinamentos, tipo o Vegeta. E o Inu-Yasha era quem? Um cara com cheiro de cachorro molhado abandonado.

Korra (A Lenda de Korra)

Eu admito, desde que saiu o piloto dessa série, eu fiquei “nossa, como a Korra é linda“. Mesmo ela sendo estupidamente incompetente comparada ao Aang com 10 anos, ela é lindona, forte e “KYAAAAA <3” (eu fico que nem aquelas fangirls japonesinhas). Quando tinha as cenas dela lutando eu ficava “waaaaaaah~~“. Waifu nesse meme pode, não pode?

  1. Ela é uma importante figura política. Afinal, ela é o Avatar. Ligação entre o mundo espiritual e o mundo dos humanos, mesmo patamar de imparcialidade da Lótus Branca e cumpre suas palavras. Se ela disse que vai bater um papo com os espíritos pra eles não causarem uma zona na Cidade da República, ela vai fazer isso da pior maneira possível, mas vai conseguir.
  2. Esforçada, mas desastrada. Korra pode ser uma mulher super forte, super atlética, mas se tratando de dobras de ar ou lado espiritual, ela é um desastre. Porém, mesmo com estas imperfeições, ela não deixa de se esforçar para ser a melhor Avatar da época (também, depois de destruir toda uma linhagem de avatares, ela vai ser a melhor de todos os tempos mesmo).

Yuki Souma (Fruits Basket)

Yuki Souma foi o motivo de eu ter cortado meu cabelo curto. Antes de Furuba, meu cabelo era só comprido. A gente passa o mangá inteiro achando que ele vai ficar com a protagonista por ser, simplesmente, o cara certo, mas a Tohru tinha que se apaixonar pelo babacão da história. Esses shoujos as vezes é uma decepção.

  1. Fica lindo com roupas de mulher. E ainda faz a carinha do gif. Preciso falar mais nada.
  2. Romântico, sincero e dava uns tapa de realidade no Kyo. Não era pra menos que ele era super requisitado na escola, mas não ficava com nenhuma mocinha por, sendo sincero com seus próprios sentimentos, não estava apaixonado por nenhuma. Além disso, super educado, cordial e ainda dava uns tapa no Kyo, que francamente, merecia. Não lembro do final do anime, mas acho que ele consegue ficar com uma mocinha bonitinha, né? </3

Genos (One Punch Man)

Eu não diria que eu tenho um crush pelo Genos, mas talvez uma quedinha. Eu sempre acho super fofo esses personagens que são esforçados, mas no final acabando tendo fracasso nas coisas que fazem. Ele tem toda cara de protagonista de anime, daqueles que não falam com ninguém, super lobo solitário, kuudere… Mas a verdade é que ele é só um robô estudante.

  1. Humilde e amigão. Genos acabou tirando notas mais altas que o Saitama no teste de herois e acabou tendo uma qualificação melhor na academia, resultando em mais popularidade e reconhecimento. Não que ele se importe, mas ele nunca se gabou disso, acha super legal o Saitama ter ganhado uma cartinha de fã (enquanto Genos ganhou milhões), chama o seu mestre pra reuniões importantes porque ele sabe que o Saitama dá conta do recado (independendo do ranking) e não conta coisas que sabe que vão deixar o Saitama triste/preocupado.
  2. Esforçado. Genos se esforça até demais pra aprender todas as técnicas do Saitama, mesmo sabendo que, como é um robô/ciborgue, em questão de força física ele não pode melhorar. O que é uma pena, porque todo o treinamento do Saitama foi baseado em força física, não em filosofia de vida, pensamentos profundos…

Bayonetta (Bayonetta)

Acho que é meio cedo pra dizer que tenho uma queda pela Bayonetta porque zerei o jogo faz tipo um mês, mas, pensando em “quem que eu tive ataque fangirl” ou “nhaaaaa, como eu adoro esse personagem“, eu só lembrei de Shoran, de Sakura Card Captors, e a Bayonetta. Shoran entra mais na categoria “COMO VOCÊ É FOFO, MEUDEUS“, mas não diria que ele daria um husband, já a Bayonetta por outro lado… Ok que eu não tenho culhões pra chamá-la de waifu, mas… Só me jogue na cama e me chame de lagartixa.

  1. Super sexy, meudeus, mepossua. Bayonetta é uma bruxa super gata, sabe disso, usa isso ao seu favor (não que os anjos sintam alguma coisa por ela), mas todo o jogo é baseado nela ser gata, provocando os jogadores enquanto luta, ficando com pouca roupa e, spoiler, com dancinha no final. Essa moça faz até pole dance, mas gente.
  2. Tem horas que fica tsundere. No caso, eu ainda não tive a oportunidade de jogar Bayonetta 2, mas no 1 tem uma menininha que vira amiguinha dela (por sinal, muito bonitinha a menininha), e a Bayonetta mó “nossa, sai daqui” quase o jogo inteiro, mas é a menininha ir pro lugar errado que a Bayonetta “Oxe, volta aqui“, toda preocupada, toda “não é como se eu gostasse de você, mas fique comigo“.

O meme é divertidinho, quem quiser roubar também, pode roubar.

Eu sempre atualizo meu blog quando quero reclamar de uma matéria

Ou quando estudo demais

Aí no final eu acabo atualizando o Keshigomo de 6 em 6 meses. Tem horas que tenho uns projetos de layout pra ele, deixar ele com mais minha cara… Aí eu penso que isso dá tanto trabalho que, nossa, eu prefiro gastar meu tempo com outra coisa. Eu prefiro gastar meu tempo muito mais com o Onigiri, de adicionar coisa pra ele, que mexer com meu blog. Sei lá, com o Onigiri eu posso inventar algo pra sociedade, aqui seria só pra eu aumentar meu ego de “olha o que sei fazer”.

 

Bom, do último post para cá, aconteceu algumas coisas:

1. Eu quebrei o braço no dia do meu aniversário
O que na verdade não foi tão ruim quanto eu esperava. Eu nunca havia quebrado nada antes e nem usado gesso, então meus 24 anos marcou mais a minha vida que os meus 18. Na verdade, acho que o que separava criança e adulto são 24 anos.

 

Bom, como aconteceu: já fazia algum tempo que eu queria muito andar de patins (desde que tinha relido o mangá de Sakura). Eu andava bastante de patins quando era mais nova, e como meu aniversário é no dia das crianças, achei que era a oportunidade perfeita.

Fui pro parque da cidade com meus pais e com o Veterano. Eles não acreditavam que eu sabia andar de patins ainda, aí ficavam dando a mão e essas coisas. Mas eu sou rebeldona, recusava ajuda. Aí tava lá, super velocidade, aproveitando o vento na minha cara, 20 minutos andando sem parar, quando:

-Peraí, como freia?

Aí eu caí e quebrei meu braço.

O bom é que com o braço quebrado, eu pude trancar física 3. Passei em todas as outras matérias com muito sufoco, mas ao menos tinha tirado física 3 daquele semestre.

2. Joguei bastante jogos de tabuleiro em 2015

Com o Veterano voltando do Canadá, nós passamos a sair bastante para essas casas de jogos. Orgutal, Moebius Café e até mesmo eventos que elas realizam nós passamos a frequentar. Não que antes do Veterano ir pro Canadá nós não jogássemos, mas não era com tanta frequência e nem tantos jogos.

Eu descobri que não tenho lá muita paciência pra jogar jogos com mais de 4 horas de duração, por sinal. Battlestar Galactica, Zombicide, Game of Thrones foram os que só joguei uma vez pra nunca mais.

3. Deu tudo certo com o Veterano

No último post, eu estava super preocupada porque nós dois estávamos brigando demais. Estava lembrando apenas das coisas ruins dele, do quanto me incomodava certas coisas nele também…

Mas nada que um abraço quentinho e uma conversa olho no olho não resolva. Realmente era só saudade e o problema de estar numa relação a distância. E falando disso agora parece que na verdade é coisa da minha imaginação, porque hoje estamos super bem e nem parece que já brigamos sério alguma vez, a ponto de quase terminar.

4. As coisas deram errado com o Onigiri

vergonhaPela primeira vez nesses 6 anos de Onigiri eu não consegui terminar as coisas que havia planejado pro Onigiri. Mesmo quando minha primeira aventura foi fazer os armários, eu BAM, dei um jeito. Ter um feed de notícia para qualquer blog cadastrado, BAM, deu jeito. Fazer joguinhos, PAH, feito em uma semana um puzzle, rpg, sim date, o que for.

Eu estava meio correndo pra terminar as coisas do site site mesmo do Onigiri, porque queria muito aprender a mexer com HTML5 e fazer os troços usando canvas loco. Porém, eu tive que reformular algumas coisas do zero:

  1. Cálculo de Aniversários
  2. Lista de Moradores
  3. Destaque de Moradores
  4. Classe de Morador
  5. Página de Puxadinho
  6. Função de Stalker/Participar de puxadinho
  7. Página de Stalker
  8. Página de perfil

A bem verdade é que eu adorei reformular essas coisas, deixar mais rápida, mais bonita, otimizada, COM COMENTÁRIOS (nossa, eu tenho um sério problema com comentários pra mim mesma)… Então acabei me divertindo um pouco com essas coisas. Fora os troços novos que adicionei que foi o botão de like nos comentários.

Porém, eu escolhi uma data meio ruim para mexer no Onigiri: final do meu semestre na unb, natal e início de semestre de verão. Certamente minha escolha de época foi super infeliz.

Nisso, eu percebi que eu não conseguiria aprender tudo o que precisava aprender de HTML5/Javascript para fazer o Amor Doce/Sims Social do Onigiri, e só fui perceber isso faltando umas duas semanas pro Onigiri voltar. Como eu não conseguiria a tempo mesmo, eu empurrei pra março o projeto e tirei umas férias de Onigiri nesse tempo.

5. Estou fazendo física 3 de novo, agora no verão

O motivo de eu estar fazendo este post: física 3.

No verão, a gente só faz uma matéria de 4 créditos, e o semestre tem aproximadamente 6 semanas. Num semestre regular são 14 semanas.

Ou seja, o professor, que deu só dois semestres de aula, não sabia desse tempo curto, começou super tranquilinho na primeira parte da matéria e depois “vish, preciso correr“.

Quando falo “super tranquilinho” parece até que fui bem na primeira parte, né? Poisé, então, não. Todo mundo tirando 8, 9, 12 (eita), e eu lá, com a mesma nota do grupinho “descolado” que não pegou um livro, que não viu video-aula… A minha dificuldade com física continua me assombrando, eu demoro mais de 3 horas pra entender e fazer um exercício e na prova eu esqueço tudo.

Apesar disso, comparado com as outras físicas que fiz, meu rendimento não foi tão ruim… O professor super considerou as contas que fiz, mesmo chegando na resposta errada em todas e, surpreendentemente, eu tirei 5. Normalmente minhas notas variam entre 1 à 3, tirar 5 é uma boa nota. Só preciso estudar da mesma maneira para tirar outro 5 e me livrar de uma vez dessa matéria.

 

Por sinal, acho que não tenho o que reclamar desse professor também. Ele passa exercícios que valem ponto extra na prova, trabalho que aumenta nota pra quem foi mal na primeira prova (mal pra ele é tirar menos que 6, vai entender) e passa muitos exercícios pra casa. Só um detalhe que não dá pra fazer todos os exercícios num só dia porque são meio insanos…

 

ODEIO FÍSICA, GRRRR!!